De Portugal para o Amazonas: Grupo Engenho cria ponte gastronômica entre dois continentes em Manaus
Grupo atua há mais de uma década aproximando o público amazonense de vinhos e azeites portugueses, acompanhando um consumidor cada vez mais curioso e aberto a novas experiências gastronômicas
A gastronomia portuguesa vem ganhando espaço nas mesas de Manaus ao longo dos últimos anos, e o cenário aponta para um público com paladar mais aberto e curioso. É o que aponta o Grupo Engenho, que há mais de uma década atua como um dos principais responsáveis por aproximar o público amazonense de produtos de origem portuguesa, entre eles vinhos e azeites, que mostram como a cidade vem ampliando suas conexões culturais por meio da gastronomia.
Segundo o sócio-proprietário do Grupo Engenho, Rogério Perdiz, a identificação do grupo com esses produtos acontece porque eles compartilham os mesmos valores que norteiam o empreendimento desde a sua origem. “Eles têm a cara do Engenho porque seguem o mesmo princípio: origem, verdade e mesa farta. A gente não traz rótulo pra enfeitar prateleira. A gente traz aquilo que tem história, terroir e entrega no paladar”, afirma Perdiz.
Essa conexão com Portugal não surgiu por acaso, segundo relata Rogério. Ela começou há cerca de uma década, durante viagens feitas pelo grupo a Portugal para conhecer produtores, selecionar rótulos e buscar produtos que pudessem ser trazidos diretamente para Manaus.
“A cada viagem, novas surpresas e produtos incríveis apareciam”, relembra Rogério, destacando que a escolha sempre levou em conta a afinidade com a cozinha do Engenho e com o jeito amazônida de receber.
Perdiz destaca que, hoje, azeites como os da Ourogal e vinhos da Vinícola Cadeado fazem parte desse movimento, escolhidos justamente pela capacidade de dialogar com a culinária local e enriquecer a experiência à mesa. Para o empresário, o público de Manaus também tem acompanhado essa evolução.
“O manauara está mais curioso e mais confiante. Ele pergunta, compara, pede indicação, quer entender uva, região, harmonização. A gente vê muita gente saindo do ‘vinho de sempre’ quando sente que tem orientação e contexto”, observa.
Essa mudança de comportamento, segundo ele, está diretamente ligada à busca por experiências mais completas. “É a procura pela experiência gastronômica e pela harmonização que faz a experimentação acontecer”, explica.
Nesse processo, o Grupo Engenho aposta não apenas na oferta dos produtos, mas também na troca com o cliente, por meio de orientações, degustações e conversas que ajudam a aproximar o consumidor da cultura por trás de cada rótulo, segundo explicou Rogério. No fim das contas, de acordo com o sócio-proprietário do grupo, a proposta é simples, mas cheia de significado.
“A experiência que a gente quer é a pessoa provar e pensar: ‘isso melhorou meu momento’. Que o vinho traga conversa, riso, memória, e que o azeite traga aquele ‘uau’ silencioso, quando você finaliza um prato e ele ganha outra vida. É sobre transformar o cotidiano em ocasião”, disse Rogério Perdiz.
Os produtos portugueses podem ser encontrados diretamente nas lojas do Grupo Engenho, como o Engenho Cozinha Brasileira, nas unidades do Manauara Shopping e Shopping Ponta Negra; O Boteco, nas unidades do Amazonas Shopping e no Sumaúma Park Shopping; no restaurante Terra&Mar, no bairro Adrianópolis, e no Sagrado Peixe, no Coroado. Além da venda, o grupo aposta em ações como degustações orientadas e harmonizações, aproximando cada vez mais o consumidor dos sabores europeus.
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